Garopaba para todos os gostos!

by | Sep 28, 2019 | Aventura | 0 comments

Foto: Turismo Garopaba

Uma aventura no tempo

No canto sul de Garopaba encontra-se o Centro Histórico, uma pequena viagem no tempo que mistura a memória açoriana com a vida atual. Sua construção começou junto com a história do país, por volta de 1525, quando serviu de abrigo à expedição naval da Cidade de Corunã (Espanha) durante um temporal. A arquitetura preservada, seus barcos, ranchos e apetrechos de pesca e a igreja lá no alto, que leva para Deus as preces daqueles que creem.

Foto: Manfredo Hubner

 

Em uma das paredes antigas do Centro Histórico, está estampado o projeto Arte e Poesia, de Thais Helena Studio com o apoio da Associação do Centro Histórico de Garopaba, que conta histórias de personalidades da cidade.  

Riqueza do caminho

Subindo ao lado da igreja em direção ao morro da Vigia, o cenário se modifica: o azul do mar assume a predominância, com seus barcos e suas gaivotas, e a cidade ao fundo. A cada passo, uma vista tão bela quanto a anterior. O percurso pode ser feito de carro ou a pé, para quem aprecia uma pequena caminhada. 

Ao longo da rua, à esquerda, em um dos postes de iluminação, uma plaquinha colorida indica o caminho a para a Praia da Preguiça. Um pequeno recuo nas pedras onde é possível observar o mar e o verde com tranquilidade. 

Praia da Vigia: paraíso miniatura

A pequena praia da Vigia é a oportunidade perfeita de um mergulho em alto mar, um passeio de Stand Up Padle ou de apenas relaxar ouvindo o som das ondas que só quebram na areia.

Foto: Memória viajante

 

Dali, a trilha leva para a Praia do Silveira. São cerca de três quilômetros de uma vista estonteante, com diversos pesqueiros nos costões, vegetação de restinga e o mar com todo o seu esplendor no entorno.

Gaivotas Nativas

Moradoras da região em população numerosa, o gaivotão, ou Larus dominicanus, são sempre
encontradas no canto da Praia de Garopaba pescando e disputando território. “Seu nome científico vem do grego e significa ‘Gaivota vestida como os dominicanos’. De março a junho, as aves adultas se deslocam para as ilhas, demarcam seu território e constroem os ninhos no solo, para a reprodução”, explica o Biólogo Roberto Luciano Lisboa Silva. A espécie é encontrada em todo hemisfério sul, no Atlântico desde o Espírito Santo (Brasil) até a Terra do Fogo (Argentina), ilhas Malvinas, Geórgia do Sul, Sandwich do Sul, Orcadas do Sul e Shetland do Sul, e no litoral pacífico da América do Sul, África e Nova Zelândia.